Hum... bom... então... é... não sei como começar... e quando começo assim acabo terminando um texto que quase eu mesma não compreendo de tantas voltas que faz...
Mas tentemos... Vamos dizer que a vida resolveu esquecer um pouco das vacas magras (porque a desgraça andava pesando feio pro meu lado) e mandar uns ventos de bonança. Tudo indica que o apartamento que eu quero alugar vai sair, o resultado da biopsia que eu fiz foi negativo (nada de câncer graças a Deus) e... e...
I’m falling in love again!
Hehe... na realidade essa paixão é antiga... está comigo há alguns anos é uma história bonita, uma dessas cenas de filme que acontecem com a gente de vez em quando. E ela é mais ou menos assim:
Tinha ido à trabalho para Londrina na primeira etapa de um Projeto em 2006, e após uma reunião muito estressante (xingos, choro, lavação de roupa suja etc.), minhas chefes resolveram dar uma volta no shopping, a MA queria comprar um sapato de calor já que tinha ido “desprevenida” para a viajem. A MH queria tomar um café e a Rose um chopp. E eu fui seguindo o fluxo.
Até que a MA para numa loja e começa a provar aquela infinidade de calçados... e eu fui achando com o que me distrair, olhando pra parede onde tinha uma árvore estilizada desenhada até que:
“Ah que bolsa legal! (a bolsa era do Encontro Nacional das Mulheres Trabalhadoras) O que você faz?”
Olho pra trás e pronto! Já tava derretida... minhas bochechas a esta altura do campeonato já estavam vermelhas... conversamos e trocamos e-mail.
Saí do shopping e perguntei: “Ela tava me dando mole?!?!” e a resposta foi, “Não entendo muito disso mas acho que sim”... pronto daí em diante os e-mails foram trocados... eu atendendo aos pedidos dela de material, fazendo umas perguntas aqui e ali sobre coisas aleatórias, até que voltamos pra Londrina para a segunda fase do Projeto.
Fui até o shopping entregar alguns livros e o material do projeto, ela me convida pra sair... E eu penso “Ai meu Deus... que é que eu faço”...
As mãos já estavam tremulas e milhares de borboletas voavam no meu estomago. Aceitei... chegando no hotel lembro q não tinha levado nenhuma roupa “decente” pra sair... ai ai... desencano e vou largada como sou.
Primeiro tomo uma cerveja e jogo uma sinuca com o Ad, jogo catastrófico claro! nervosa do jeito que eu tava. Terminado o jogo ele me leva e encontro ela no Subway, terminando um lanche com as amigas... conversamos sobre gênero (que foi o assunto que nos ligou de certa forma), rimos um pouco e vamos pra casa das amigas dela.
Elas fumam um beck, eu não (porque pra mim não faz diferença mesmo fumar ou não, então não fumo mais)... O primeiro constragimento da noite é quando ela pergunta minha idade: “18! Nossa que nova, eu imaginava mais”...
... continua no próximo episódio...
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