Bom, novidades são mil... Necessidade de expressão no mesmo nível... Agora capacidade pra colocar tudo que se passa aqui dentro de mim em palavras... fudeu! Sabia que viajar me faria bem, mas não imaginava que tanto...
Conheci pessoas maravilhosas cada uma ao seu modo, expansivas, contidas, sorridentes, carrancudas, delicadas, secas, e assim vai...
Tive conversas ótimas desde os temas mais absurdos (pra mim) como rótulos, até política social e econômica, música, beleza e neuroses. Mas se a paciência e o tempo me permitirem eu vou dissertar melhor sobre eles...
Esse capítulo se restringirá a paixonite... sim gente... eu sofro de paixonites como todo ser humano, que na realidade eu prefiro chamar de encantos.
Encanto por que se desfaz num passe de mágica assim como surge, sem maiores conseqüências... uma coisa simples, pura e talvez até ingênua.
Diz minha amiga Paty que eu faço isso pra me proteger, tenho encantos por casos difíceis... admito talvez seja mesmo uma forma de não acabar me apaixonando realmente. Primeiro por estar receosa pelo último relacionamento, por estar a pouco tempo solteira e claro porque eu ainda não aproveitei minhas férias de forma cafajeste...
Não sei ao certo o que é, mas o Rio de Janeiro deixou minha libido a flor da pele (e eu sei que não é só em mim). Não conheço muitos lugares e talvez muitas cidades causem isso, mas dessa forma eu nunca tinha ficado...
Tenho que agradecer ou não, minha educação cristã e repressora, porque se não teria perdido a cabeça.... hehe
Mas voltando ao bafo que não abafou nada.
O caso é que adoro o jogo do flertar, de olhar muito, de sentir desejo e ser desejada. E que os instantes em que isso aconteceu foram ótimos... até perceber que estava sendo enganada, OH (que dramática... hehe).
Ou melhor, que estava sendo usada por alguém que estava tentando se enganar de que não mais suspirava por outra... (gostei da sonora complexidade inexistente desta frase)... mas fazer o que, isso é tão absurdamente comum...
Conheci pessoas maravilhosas cada uma ao seu modo, expansivas, contidas, sorridentes, carrancudas, delicadas, secas, e assim vai...
Tive conversas ótimas desde os temas mais absurdos (pra mim) como rótulos, até política social e econômica, música, beleza e neuroses. Mas se a paciência e o tempo me permitirem eu vou dissertar melhor sobre eles...
Esse capítulo se restringirá a paixonite... sim gente... eu sofro de paixonites como todo ser humano, que na realidade eu prefiro chamar de encantos.
Encanto por que se desfaz num passe de mágica assim como surge, sem maiores conseqüências... uma coisa simples, pura e talvez até ingênua.
Diz minha amiga Paty que eu faço isso pra me proteger, tenho encantos por casos difíceis... admito talvez seja mesmo uma forma de não acabar me apaixonando realmente. Primeiro por estar receosa pelo último relacionamento, por estar a pouco tempo solteira e claro porque eu ainda não aproveitei minhas férias de forma cafajeste...
Não sei ao certo o que é, mas o Rio de Janeiro deixou minha libido a flor da pele (e eu sei que não é só em mim). Não conheço muitos lugares e talvez muitas cidades causem isso, mas dessa forma eu nunca tinha ficado...
Tenho que agradecer ou não, minha educação cristã e repressora, porque se não teria perdido a cabeça.... hehe
Mas voltando ao bafo que não abafou nada.
O caso é que adoro o jogo do flertar, de olhar muito, de sentir desejo e ser desejada. E que os instantes em que isso aconteceu foram ótimos... até perceber que estava sendo enganada, OH (que dramática... hehe).
Ou melhor, que estava sendo usada por alguém que estava tentando se enganar de que não mais suspirava por outra... (gostei da sonora complexidade inexistente desta frase)... mas fazer o que, isso é tão absurdamente comum...
2 comentários:
Tembém não conheço tantos lugares assim. Mas conheço bem o Rio, e tenho certeza de que é o pior. Ou melhor!
Suculenta na (a) foto
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