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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Keep in touch 19/11/12 - Rádio Parada Lésbica

Esta é a gravação do meu programa Keep in Touch na Rádio Parada Lésbica do dia 19/11/12.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Keep in touch 29/10/12 - Rádio Parada Lésbica

"Antes tarde do que nunca"
Como prometido há séculos na Rádio Parada Lésbica, coloco aqui a gravação do meu programa Keep in Touch que rola na rádio nas segundas à noite. Então se tu não pode ouvir, mas quer saber as notícias que rolaram aproveite para comentar.
Mas desde já aviso que não fiz nenhuma edição, ou seja, ipsis litteris o que rolou no dia está aqui a disposição, com todos os erros, gagueiras e atrapalhos.
Este é o programa do dia 29/10/2012. 
 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Final de 2012

   
Tenho que admitir que por mais que tente não me abalar por esse sentimento de final de ano, é quase impossível já que todos estão imbuídos dele.
   Então, "se não pode vencê-los, junte-se a eles", e lá vai a mensagem:

A todas minhas amigas e meus amigos, que estiveram ou não próximos a mim este ano, quero desejar um 2013 próspero, e não apenas porque esta é a palavra clichê que se usa na virada do ano, mas porque realmente espero que em 2013 nossos sonhos, metas, planos, inspirações e desejos se realizem, deem frutos e se encaminhem.

Sabemos que nem sempre podemos, ou nos permitimos estar ao lado das pessoas que gostamos, mas independente disto cada um de vocês citados ou não (por falta de cadastro nas mídias sociais) estão no meu coração e fazem parte das minhas lembranças, lembro da voz, do jeito e trejeitos de cada um.

Amo sempre
(mais clichê que isso im-po-ssí-vel! hehe)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mural, colagens e trabalho


Quero apresentar para quem não conhece o meu ambiente de trabalho! Às vezes acredito que deveria chamar de casa, já que há 6 anos trabalho na CUT e passo muito mais tempo aqui, do que na minha casa.

E talvez por isso eu tenha "me dado" a liberdade de "decorar" a sala com um mural de cartazes dos temas que milito/luto/acredito.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Veja? Ou melhor Reveja!

O furor de hoje na internet é causado pelo texto “Parada gay, cabra e espinafre” do escritor J.R. Guzzo. E qual ao texto que o senhor Ramalhete escreveu, há um tempo atrás, na Gazeta do Povo, é recheado de ódio maquiado e inverdades, e por isso vejo a necessidade de me manifestar.
E o manifesto aqui não é apenas em repúdio a forma como os gays e a militância homossexual é tratada, mas a grandessíssima vergonha da “nossa” mídia nacional, que renega milhares de estudos científicos sobre os temas e publica diariamente falácias, o que “é um risco”, como disse Gunter Zibell “se pensamos que não se trata apenas de mais um blog fundamentalista, mas de uma mídia que é lida por estimados 4 milhões de pessoas”.
Durante todo o texto o autor mostra a desqualificação em debater o tema que se propõe. Começo dizendo que acredito que alguém que se decide escrever um texto para uma revista de circulação nacional deveria ter o mínimo de cuidado, ou inteligência, de utilizar as terminologias corretas. O autor usa 8 vezes a palavra “homossexualismo” quando deveria utilizar “homossexualidade”, termo que internacionalmente foi alterado pela ONU em 1990 e no Brasil está em vigência desde 1999.
Erro que continua quando critica “o infeliz ‘kit gay’ (... que sugeria...) aos estudantes que a atração afetiva por pessoas do mesmo sexo é a coisa mais natural do mundo”, já que os estudos na área dizem que “a orientação sexual é biológica por natureza”, ou seja, é sim “natural”. E perpetuar o pensamento de que a homosexualidade é resultado de dinâmicas familiares problemáticas ou desenvolvimento psicológico faltoso, são ideias consideradas como baseadas em desinformação e preconceito. 
Ao dizer que “Para a maioria das famílias brasileiras, ter filhos ou filhas gay é um desastre” mostra total desconhecimento de projetos como o Mães pela igualdade, que reúne mães de várias partes do Brasil na campanha contra a discriminação, a violência e a homofobia. 
E como analisar a sua explicação de que a militância gay não existe? Quando diz que o movimento é feito de indivíduos que tem pensamentos diferentes e por isso não poderiam estar organizados, desqualifica todas as organizações formais como sindicatos, partidos, ONGs e demais entidade que são formadas por indivíduos de pensamento plural, mas unidos por um ideal comum e que justamente por isso são tratados “como um bloco só”.

Outro erro grave é negar a violência aos homossexuais, presente no Brasil e no Mundo, como mostram os dados do Relatório sobre a Violência Homofóbicano Brasil da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. E desqualificar a lutapela Criminalização da Homofobia é o mesmo que desqualificar a Lei contra o Racismo e a Lei Maria da Penha que defende as mulheres da violência doméstica.


E por último porque não falar sobre os exemplos absurdos e de mau gosto utilizados? Não, não... acho que já não se faz necessário, como ele mesmo diz “Perder o essencial de vista, e iludir-se com o secundário, raramente é uma boa ideia”.